R.C.M TRASNPORTES LTDA

O mundo fica mais bonito quando carregamos coisas boas no peito.Profissionalismo e Compromisso é com a Gente.

  • SOBRE NOSSA EMPRESA

    BUSCAR INOVAÇÃO TODOS OS DIA E TER O COMPROMETIMENTO COM A SEGURANÇA, RAPIDEZ E QUALIDADE INICIAMOS O ATENDIMENTO E CONTINUAMOS INOVANDO E ATENDENTO A TODAS AS REGIÕES DO PAÍS.

  • NÃO É DA NOITE PRO DIA!

    NOSSO OBJETIVO É OFERECER O MELHOR SERVIÇO E QUALIDADE COM UM PREÇO QUE CABE NO SEU BOLSO.SERVIÇOS PROFISSIONAIS E ALTAMENTE QUALIFICADO.

  • DIVULGAÇÃO

    DIVULGAMOS NOSSOS SERVIÇOS PARA ATENDER A UM MAIOR PÚBLICO POSSÍVEL E COM QUALIDADE GARANTIDA

  • Você não quer parar por aqui né? Então, veja mais!

    Conheça o nosso site

    A R.C.M foi criada com a proposta de fazer um transporte de carga rodoviária rápida, eficiente e segura. Absorvendo e desenvolvendo próprio na busca constante da especializaçao e melhoria de Qualidade em Serviços de transportes de cargas.

    Nosso Conteúdo

    terça-feira, 21 de março de 2017

    DICAS PARA TRANSPORTE DE COMIDA NA VIAGEM






    O tão aguardado mês de julho chegou e as férias já estão com as viagens programadas, destino definido, agenda preparada e hora de relaxar e colocar o pé na estrada. Só tem um detalhe, e as malas de viagem, já estão prontas? Roupas, produtos de higiene? Já fez o Checklist do que será levado na viagem?

    Sim, checklist. Organizar as férias antes delas acontecerem é uma das melhores maneiras de garantir que hão haja qualquer problema mediante a possíveis imprevistos. Roteiros, trocas de roupas, produtos básicos de higiene pessoal, tudo isso faz parte do planejamento.

    Pessoa anotando destinos de onde deverá passar durante as férias. Mapa mundia no fundo da imagem.

    Nem todos se preparam anteriormente para as férias e quando o chega o momento da viagem, somente aí, surge o imprevisto de levar alimentos na viagem para economizar, afinal, comer na estrada está muito caro.

    Dependendo do tempo de viagem e condições climáticas, alguns alimentos podem estragar, por isso é preciso prestar atenção na maneira como este alimento é transportado, as bolsas térmicas são essenciais, práticas, resistentes e geralmente muito bonitas, além de também srem chamadas de lancheiras ou frasqueiras, são feitas exatamente para o transporte de alimentos, garantindo o frescor e a temperatura ideal para o que será levado em viagem.


    Bolsas térmicas Fata sendo utilizadas para comportar alimentos que estragam facilmente.


    Quanto aos alimentos, as frutas são as campeãs na lista, isso porque é possível transportá-las em quantidades razoáveis e mantendo-as devidamente refrigeradas, podem ser consumidas de imediato. Claro, não são todas, mas banana, maçã, pêra, ameixa, laranja e tangerina são algumas opções práticas para levar dentro das bolsas térmicas.

    Frutas secas também entram na lista, mas a variedade pode ser um pouco menor, como damasco, uva passa, cocos, oxicocos, entre outros. Estas opções são ótimas, pois não é preciso mantê-las em temperatura controlada.

     Pães caseiros com manteiga para guardar em bolsa térmica.

    Pães e torradas são opções que aguentam cerca de uma semana, ou mais, no caso das torradas em ambientes onde não há tanta umidade. Uma dica importante é ir consumindo sempre os alimentos mais sensíveis antes dos que possuem validade menor, obviamente.

    Levar bebidas em viagens é essencial e as melhores opções estão entre os sucos naturais e muita água. Independente do gosto, a água é obrigatória, se necessário é importante verificar se o local de destino possui água potável disponível ou locais de venda. Caso não haja, abra espaço na bagagem para carregar cerca de três litros de água por pessoa por dia.

    Borda de pão de forma com bolor. Verificar dentro da bolsa térmica antes de comer.

    Antes de ingerir qualquer alimento, é importante se certificar de que esteja realmente em bom estado. Verifique o aspecto do alimento por completo, com pães, além da superfície, corte-a ao meio para se cerificar do estado. Em caso de frutas, muitas delas apresentam seu aspecto e coloração característicos.

    Já os produtos embalados, verifique a data de vencimento é o procedimento padrão, mas antes de consumir, prefira retirar todo o conteúdo da embalagem e transferi-lo para outro recipiente, este ato simples pode ajudá-lo a identificar qualquer possível problema.

    Por mais que eles estarão dentro das bolsas térmicas, a ingestão de alimentos estragados pode resultar em consequências como um leve mal-estar, vômitos e dores abdominais, mas também complicações sérias como febre e até hemorragias em casos mais graves.

    Agora que você já sabe como transportar alimentos em uma viagem um pouco mais demorada, você está preparado para uma boa viagem? Fique ligado aqui no blog, pois como estamos em um mês de férias e viagens, nossa próxima dica será de como transportar notebooks em viagens, com cuidados que todos deve tomar para não danificar o aparelho. Fique ligado!

    Manuseio e transporte do fertilizante





    A cadeia de manuseio expõe os produtos a inúmeras condições de armazenagem antes de chegar ao usuário final. É essencial que, até a entrega, o produto esteja com uma qualidade no mínimo satisfatória para ser aplicado imediatamente sem comprometer sua aplicação ou, consequentemente, o rendimento da lavoura.

    Para minimizar a deterioração na qualidade e para evitar problemas de segurança no transporte, deve-se prestar atenção tanto às propriedades iniciais do fertilizante quanto aos procedimentos corretos de manuseio do fertilizante. O manuseio e o transporte correto do fertilizante devem ser baseados nas condições climáticas, no tipo de fertilizante e na forma como é expedido (granel ou sacos).

    Image The handling chain
    Inspeção de segurança e qualidade das embarcações e depósitos

    As embarcações devem ser inspecionadas de acordo com os procedimentos internacionais de qualidade e segurança (OMI) e em conformidade com as normas de inspeção da Yara.
    Certifique-se de que não haja contaminação durante os transbordos ou no depósito.
    O ângulo de repouso (ângulo de deslizamento) dinâmico do produto pode ser medido pelo método da caixa inclinada (OMI).
    Nenhuma instalação elétrica pode entrar em contato direto com o fertilizante.
    Placas de NÃO FUMAR devem ser afixadas e respeitadas.
    O chão do depósito, as esteiras e equipamentos devem estar limpos, secos e livres de resíduos.
    Não armazene produtos fora das especificações do produto.
    Medidas preventivas para preservar a qualidade do fertilizante a granel (embarque em navios, barcaças e caminhões)

    Mantenha os porões limpos e secos, livres de contaminação e ferrugem.
    Escotilhas bem fechadas e as embarcações marítimas testadas usando o detector de vazamentos por ultrassom.
    Consertar se a escotilha não estiver bem vedada (vedação de borracha, barra de compressão).
    As anteparas de madeiras do navio  devem ser cobertas com plástico.
    Tratar tampas de tanque com removedor de ferrugem antes de embarcar ureia técnica e nitrato de cálcio.
    A carga deve ser completamente tapada com uma cobertura de plástico e firmada com varas.
    O embarque não pode ocorrer durante precipitação ou neblina forte.
    O transporte por caminhão ou vagão deve ser seco, limpo e deve estar protegido caso haja condições climáticas extremas (vento forte, temporal, neblina, etc.)
    Evite que o produto caia de grandes alturas durante o carregamento. São preferíveis tubulação de carregamento em cascata ou esteiras.
    O bag deve ser cortado de acordo com os regulamentos da OMI (Código BC). Se possível, o corte deve se restringir ao final do carregamento.
    Descarregamento

    São recomendados os guindastes portuários e os guindastes de navio equipados com garras.
    Inspecione a carga antes de dar início ao descarregamento, verifique as braçolas das escotilhas e a superfície da carga. Se o produto estiver danificado (contaminação/entrada de água), chame um supervisor.
    Tire fotos de quaisquer produtos danificados e envie-as para a unidade de atendimento ao consumidor local mais próxima.
    Se a danificação tiver resultado de um derramamento do produto, isto deverá ser resolvido de acordo com as orientações que constam na ficha de segurança do produto.
    0.05 Image Collecting lumps in the cargo
    Não retire a cobertura de plástico até que o descarregamento tenha começado.
    Não descarregue durante neblina forte. Feche as escotilhas.
    Certifique-se de que a carga danificada por água e os contaminantes fiquem separados do produto intacto.
    Não misture material derramado ou úmido na doca ou no deque da embarcação junto com o produto intacto.
    Ao limpar os porões, coloque o pá carregadeira no porão assim que uma área significativa do tanque for alcançada.
    Cuidado ao dirigir sobre o produto a fim de diminuir a formação de poeira e partículas finas.
    Tenha cuidado ao manusear o produto para evitar esmagamento.
    Mantenha o equipamento de descarga limpo e seco.
    Uma operação de descarregamento rápida é importante para reduzir a absorção de água.
    Retire o derramamento da garra com frequência.
    A parte interna do saco é à prova d'água. Se houver algum dano a ele, o fertilizante pode ser afetado. Portanto, sempre tome cuidado com qualquer dano externo causado pelo transporte ou pelo descarregamento.

    Segregação do fertilizante

    Fertilizantes consiste em partículas de variados tamanhos. Quando em movimento ou vibração, as pequenas e grandes partículas tende a se separar - segregando os fertilizantes. Este fenômeno pode acontecer em vários momentos no sistema de distribuição, especialmente quando os materiais são empilhados aos montes. As menores partículas serão aglomeradas no centro da pilha. É aconselhável amontoá-las usando pequenas partículas e se assegurar de uma boa mistura durante o formação.

    Fertilizer Segregation
    A segregação deveria ser minimizada através do manejo correto de maneira com que os tamanhos das particulas sejam distribuídas de maneira corretas e proporcionais.

    Equipamento para carga, descarga, armazenagem e transporte

    Garras, funis, caminhões, esteiras e pontos de transferência devem estar limpos e secos.
    Esvazie os funis e as esteiras antes das pausas. Limpe se necessário.
    Esteiras pneumáticas, esteiras de corrente (Redler), transportadores de parafuso não são recomendados.
    Se possível, sempre embarque paletes completos. Tape os paletes com uma cobertura protetora e guarde-os no depósito. Certifique-se de que os produtos YaraVita estão protegidos de dano e sujeira durante o transporte.
    Armazenagem e descarga de granel

    Os fertilizantes deve ser armazenados em chãos limpos e secos. Os rastros deixados no chão logo formarão uma solução quando expostos ao ar úmido.
    As portas devem ser bem fechadas e as outras aberturas também.
    Paredes de madeira devem ser cobertas com plástico se não estiverem protegidas.
    Os produtos a granel deve ser tapados com coberturas de plástico ou outra cobertura imediatamente após o descarregamento.
    As coberturas devem exceder, no mínimo, 0,5 m e ser fixadas com varas. Se várias coberturas verticais forem usadas, as mais altas devem ultrapassar as mais baixas. A cobertura também precisa cobrir 1 m do chão à frente do produto.
    Ao retirar o produto do monte, não o exponha desnecessariamente ao ar.
    Recubra-o imediatamente quando a operação for completada.
    Evite a contaminação cruzada do produto.
    Se houver derramamento, varra e limpe imediatamente.
    Evite derramamentos ao reconstruir o monte com uma carregadeira; não encha demais a pá, não dirija para cima do monte.
    Se forem observadas aglomerações no monte, o produto deve ser peneirado na entrega ou antes do despacho.
    Evite o contato com fonte de calor.
    Não dirija para o monte de fertilizante com as rodas dianteiras da carregadeira.

    Transporte de leite no Brasil: avanços, desafios e tendências







    A partir da década de 90, o Brasil começou a passar por uma significativa mudança no sistema de transporte de leite. Os latões foram gradativamente substituídos por tanques de coleta de leite, processo conhecido como granelização. Isso permitiu otimizar a logística e melhorar a qualidade do leite. A coleta a granel foi acompanhada da instalação maciça de tanques de expansão nas fazendas, permitindo a melhor conservação do produto.

    Posteriormente a esse processo, surgiram empresas terceirizadas de coleta a granel, que prestam serviços para diversos laticínios. Também, serviços de treinamento e capacitação desses “freteiros”, que são responsáveis pelas coletas de amostra de leite para análise – que, de forma crescente, determinam o pagamento do leite – foram desenvolvidos. As tecnologias, como a roteirização via GPS também surgiram e continuam surgindo, otimizando o processo e melhorando os controles.

    Em 8 de maio de 2013, foi deflagrada a primeira Operação Leite Compen$ado no Rio Grande do Sul. A repercussão nacional mostrou ao Brasil a ocorrência de um crime cometido para elevar ganhos com a quantidade de leite vendida à indústria, mas com potencial para gerar um efeito nocivo de grande impacto ao setor. Daquela operação, surgiram outras, demonstrando que, embora tenha ocorrido evolução, a prática da fraude não foi extinta.

    Leite Compen$ado

    De acordo com Valter Antônio Brandalise, presidente do Sindileite-SC, uma das principais lições que a Operação Leite Compen$ado está trazendo ao setor é o sentimento de que fazer o certo ainda é certo neste país. “É possível pensar em um ambiente melhor para se trabalhar. O nosso modelo de inspeção (Federal, Estadual e Municipal) é totalmente ultrapassado e não contribui com a qualidade do leite. As regras devem ser as mesmas para o mesmo produto, porém, não existe solução se todos os elos da cadeia produtiva não se ajudarem. O produtor, o transportador, a indústria e o governo, todos precisam fazer direito o seu papel, dentro das responsabilidades que compete a cada um. Enfim, empresas que trabalharam sério a duras penas, contra tudo e contra todos, hoje são reconhecidas”, frisou ele.

    Em parte, o problema reside no fato de que, em algumas regiões, como no Rio Grande do Sul, o transportador muitas vezes assume o papel de dono da linha de leite, recebendo inclusive pela litragem transportada, o que abre espaço para manipulações. O maior controle e profissionalização dos processos de coleta não ocorreram ao mesmo tempo em todas as empresas. Hoje, há algumas com um grau de controle maior, e outras buscando adequação.

    Alexandre Guerra, presidente do Sindilat-RS, comentou que os fatos ocorridos no âmbito da Operação, que envolveu a fiscalização do Ministério da Agricultura, Secretaria da Agricultura e teve o apoio do Ministério Público (através de ferramentas que os órgãos de fiscalização não têm acesso, como as escutas), mostraram ao setor e a todo o mercado gaúcho a necessidade de treinar profissionais e, por meio desses resultados, fazer uma seleção, criando um colaborador ainda mais ético e comprometido com o setor e eliminando naturalmente o atravessador no transporte de leite.

    “Ficou evidente que esse transportador que não tem vínculo com uma marca tem dificuldade de se comprometer com a complexidade que é o transporte do leite. Os casos denunciados mostraram à indústria a importância de deter o controle de todo o ciclo, desde a casa do produtor até o recebimento do leite na plataforma da indústria, agregando a cultura da logística. Isso já era realizado por muitas empresas, mas não era uma unanimidade entre os laticínios. Todo esse movimento também fez com que a indústria investisse ainda mais em novos equipamentos, controles de testes em laboratórios, planos de qualidades e novas tecnologias de rastreabilidade e monitoramento dos caminhões. Só assim acreditamos que a indústria não ficará mais refém, principalmente do transportador de leite, e daremos transparência ao processo sendo que, para isso, será necessário alguns ajustes na legislação estadual e federal”, disse Guerra.

    Complementando, Brandalise cita que existe um equívoco quando se fala que a fraude no transporte ocorre apenas em função do pagamento feito por litro de leite. “Pagamento por litro ou não, sempre tem seres humanos envolvidos. O que aconteceu foi que, em função do sentimento de impunidade e enriquecimento rápido, muita gente acabou se corrompendo”. Ele ainda pontuou que não somente em Santa Catarina, mas em todo o Brasil, as transportadoras estão cada vez mais conscientes do seu papel e sabem dos riscos, por isso, a importância da profissionalização. Ainda de acordo com ele, a fiscalização por parte das empresas ficou muito mais rigorosa, tanto na qualidade do leite transportado quanto na estrutura de transporte. “Todas as transportadoras que conhecemos trabalham com contrato, onde estão descritos todos os procedimentos, direitos e obrigações de cada uma das partes. Existem alguns projetos de roteirização para pagamento e controle de frota em andamento, porém é importante melhorar a consciência dos agentes deste mercado ou nada dará certo”.

    Melhorias no transporte de leite

    Devidos aos episódios de fraude, o setor vem buscando se profissionalizar, ainda que existam muitos desafios. Com a instituição da IN 51/2006 – MAPA e atualmente IN 62/2012, as indústrias de laticínios foram pouco a pouco alterando sua estrutura de transporte e refrigeração do leite. Os caminhoneiros também fazem parte do processo, pois são o segundo elo da cadeia e interferem direta ou indiretamente na qualidade do leite, e é por isso que o treinamento fornecido é essencial e foi apontado como de extrema importância para a busca de melhorias.

    Armindo José Soares Neto, Gerente de Suprimento de Leite da CCPR/Itambé, destacou que hoje a empresa trabalha com grandes transportadoras e possui em média 220 caminhões que rodam diariamente no percurso do produtor até a fábrica. “Os motoristas são treinados para fazer um bom atendimento e se relacionarem bem com os produtores. Para evitar fraudes, nós medimos os índices de desempenho das transportadoras e isso influencia no pagamento do frete que fazemos para elas: ou bonifico-as, ou, penalizo-as na tarifa de acordo com os índices que meço diariamente em cima da rota projetada. O motorista deve cumprir a rota conforme foi estipulada, o caminhão deve estar dentro dos parâmetros que contratamos e nenhum produtor deve ser esquecido no percurso”.

    Ele ainda ressaltou que paga a transportadora de acordo com a qualidade dos serviços prestados. “Nós entregamos para a transportadora a rota que cada caminhão vai fazer e os detalhes: data da coleta, horário, ordem de produtores para realizarem a coleta, entre outros. Esses caminhões possuem um sistema de rastreamento que permite que eu veja a rota que ele executou, comparar a rota planejada com a rota feita e além disso, recebo alertas se o caminhão fez alguma parada não autorizada, se ele gastou mais tempo ou menos tempo e se ele passou por algum caminho que não estava projetado. Todo esse processo nos ajuda a identificar se ele está envolvido em algum tipo de fraude, ou fraude do produto em si ou fraude da quilometragem rodada”.

    José Ricardo Pollastri, Gerente de Captação de Leite e Logística da Danone, também afirmou que a companhia preza pela qualidade do leite, segurança alimentar e do transporte, comunicação, ferramentas que facilitem o trabalho de toda a equipe e investimentos em treinamentos para os motoristas, o que garante a qualidade do produto e a correta coleta de amostras. “Além disso, são realizadas auditorias dos trabalhos com acompanhamento dos indicadores. O trabalho é realizado pelo time da Logística do Leite em parceria com a Qualidade da Danone e a com Clínica do Leite - ESALQ- USP. São três pessoas no time da logística de coleta de leite da Danone para cuidar de uma operação com muitos detalhes e que exige muita responsabilidade. O trabalho começa com o diagnóstico de toda malha viária dos fornecedores de leite e a necessidade diária de leite das fábricas. A equipe organiza as rotas a partir da malha viária e o software de roteirização, levando em conta a demanda de volumes, dados de horário de coleta dos fornecedores e sua localização, bem como possíveis restrições de acesso às fazendas”.

    Ele ainda acrescentou que após isso, as rotas são distribuídas entre as transportadoras, o fluxo de movimentação dos veículos é acompanhado, a operação é monitorada por meio de rastreadores, acompanhados do gerenciamento das informações e do cuidado com o fechamento das tarifas. “Planejar as rotas de leite, treinar motoristas em procedimentos de coleta e segurança do trabalho e cuidar do abastecimento da fábrica com a matéria-prima do leite são algumas das atribuições da equipe de logística da Danone. Todo o processo de coleta de leite é acompanhado, desde a saída dos caminhões da empresa até a entrega do leite nas fábricas”, explicou Pollastri.

    Ele afirmou que além da Danone buscar sempre condições seguras para o transporte, tem procurado incrementar a frota, com revisões e manutenções preventivas. “Hoje 15 transportadoras prestam serviço, com caminhões de diversos modelos e capacidades. Algumas transportadoras trocaram os caminhões, implementando novos modelos com níveis de tecnologia mais avançados. O objetivo é que se tenha uma frota nova, que dê condições seguras para uma coleta de leite com melhor nível de serviço possível. Uma das ferramentas utilizadas no transporte do leite nas fazendas é o coletor de dados, que permite à transportadora, ao produtor e à Danone colher e armazenar todas as informações necessárias sobre a fazenda, o volume de leite, temperatura, data e hora da coleta. Também ocorreu a implantação de rastreadores veiculares, que facilitam tanto o monitoramento dos horários e localização dos caminhões, como também trazem Segurança Alimentar para a Danone. A ideia é facilitar o atendimento ao produtor, dando a ele informação rápida, segura e clara sobre a coleta de leite”.

    Por fim, compartilhou os 10 mandamentos ou desafios para uma coleta de leite impecável e profissional: Indústria com capacidade e objetivo de realizar uma boa coleta de leite; Caminhões em boas condições de segurança, qualidade e apropriados para coleta de leite; Motoristas treinados e comprometidos; Motoristas com equipamentos e utensílios apropriados para realizar a coleta de leite; Fazendas com estradas de acessos seguros e em boas condições (principalmente no período chuvoso); Sala do tanque bem localizada e de fácil acesso para manobras dos caminhões; Sala do tanque com equipamentos adequados para uma boa coleta de amostra (pia, iluminação, água clorada e sanitizantes); Tanque de refrigeração com capacidade para coleta de leite a cada 48 horas (2 dias); Equipe de Logística e EPL´s (Especialistas da Produção de Leite) treinados e com objetivos de nível de serviço e Transportadora capacitada e com gestão logística de excelência.

    Para César Helou, presidente do laticínio Piracanjuba, a empresa também vem buscando melhorias constantes no transporte de leite. Ele apontou que o transporte da empresa é caracterizado pela pontualidade e melhor atendimento possível aos fornecedores; respeito ao meio ambiente com o acompanhamento de revisões periódicas dos caminhões e testes de opacidade; capacitação e treinamento de motoristas; equipe dedicada ao atendimento do transportador e fornecedor; caminhões reservas e ajuste diário das rotas acertando entrada e saída de fornecedores para melhor atendimento. De acordo com ele, nos últimos anos, ferramentas estão sendo utilizadas para otimizar rotas, reduzindo o tempo, os custos e o melhor aproveitamento dos caminhões. “Para a automação de coleta, utilizamos tablets e smartphones que disponibilizam informações com maior agilidade, veículos mais apropriados e melhor equipados para as configurações de tanques e geladeiras instaladas no caminhão para o transporte de amostras de leite”.

    Regulamentação do transporte e condições de infra-estrutura

    Hoje há uma demanda para que ocorra um avanço na regulamentação de uma política de transporte do leite no país, com melhor estrutura, profissionais mais qualificados e motivados e uma atuação governamental mais firme, com maior fiscalização e construção de melhores acessos e estradas.

    Focadas nessa ideia de melhoria, algumas entidades representativas da cadeia produtiva do leite vêm se reunindo com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Gabriel Souza, para criar um consenso acerca de minuta do Executivo que regula a produção e o transporte de leite no Estado, criando o Transleite. “Estamos, juntamente com o Governo do Rio Grande do Sul, trabalhando em uma legislação regulatória para o transportador de leite. Pelo texto que está sendo alinhado em conjunto como o secretário da Agricultura, Ernani Polo, todos os transportadores deverão ter um cadastro na Secretaria de Agricultura, ter o caminhão tanque habilitado e serem treinados. Ainda ficarão sujeitos a penalidades mais duras e podem ser excluídos do cadastro caso exista alguma infração”, ressaltou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra.

    Para Tiago Coelho de Pinho, diretor geral da Arsopi, empresa que fabrica medidores de coleta de leite, o que contribuiria na profissionalização do setor seria a resolução dos problemas de logística para que o leite demore o menor tempo possível para chegar do produtor até a indústria, onde será processado. “A participação das entidades públicas também se faz necessária não só realizando investimentos para melhorar as vias de acesso e de ligação entre produtores ou postos comunitários e as indústrias de processamento, mas também concedendo benefícios para a implementação de novas tecnologias para maior transparência e credibilidade no transporte do leite. É importante demonstrar claramente que adulterar o leite não compensa, buscando formas de trazer transparência a todo o processo e remunerando quem de fato produz leite de melhor qualidade e punindo e eliminando quem em algum momento procurou aumentar a sua remuneração por meio da adulteração”.

    Infraestrutura e tecnologias disponíveis

    Tanto para Armindo como para Helou, um dos principais desafios para a melhoria no transporte do leite é a condição das estradas do país, que impossibilitam o uso de veículos com maior capacidade de transporte e muitas vezes não suportam um equipamento de refrigeração mais robusto. Além desse ponto citado, a redução de impostos em equipamentos nacionais e importados para facilitar a introdução de novas tecnologias também foi destaque.

    “Há algumas tecnologias que funcionam em outros países e que no Brasil, ainda não temos acesso, como por exemplo, caminhões com medidor de fluxo e medição de vazão, caminhões com coleta de amostras, etc. Aqui as tarifas de importação são muito altas, o que acaba onerando a compra desses equipamentos. Os equipamentos nacionais também são muito caros, chegando a custar até R$ 100 mil reais por caminhão. A margem do produto não suporta grandes custos e se a nossa carga tributária fosse menor, facilitaria a introdução desses equipamentos. Outra dificuldade é o uso desses medidores em caminhões no Brasil, pois os mesmos andam em estradas ruins, com trepidações, barro, poeira e misturar a parte eletrônica com estradas ruins, costuma não dar certo”, exemplificou Armindo.

    Pollastri também ressaltou que hoje já existem coletores automáticos de amostras do leite do tanque do produtor, mas o custo não é compatível com a realidade brasileira, mesmo esse que processo traga mais agilidade e segurança na rastreabilidade do leite. “Dentro do "Transporte Ideal", o mercado precisa ainda de uma tecnologia de coleta de amostras do leite de forma automática pelo transportador, mas que possua um custo compatível com a nossa realidade”.

    Quando questionados sobre os desafios necessários para que tenhamos um transporte de leite de primeiro mundo, Brandalise e Guerra também corroboraram com as afirmações apontadas acima. Estradas adequadas, custos do transporte no Brasil inviabilizando novos investimentos em modernização e maior quantia coletada de leite por quilometro rodado foram exemplos de gargalos citados.

    “Além de implementar todos os projetos de rastreabilidade que estão em andamento, ainda temos a necessidade de grandes melhorias em infraestrutura que não dependem apenas do setor produtivo. O Brasil precisa de melhores estradas para a coleta do leite sem danificar os equipamentos eletrônicos instalados junto aos tanques térmicos dos caminhões. Além disso, precisamos de fornecimento de energia elétrica com constância para sustentar ao mesmo tempo a ordenhadeira e os resfriadores de leite sem comprometer o trabalho do homem do campo e qualidade do produto”, comentou Guerra.

    Ainda discorrendo sobre tecnologias, ele salientou que o Sindilat está coordenando, em conjunto com a Embrapa, uma bateria de testes com medidores de vazão de diversas empresas nacionais e multinacionais para avaliar quais deles melhor se adaptam à realidade do setor leiteiro do Rio Grande do Sul e do Brasil. A ideia é instalar os equipamentos nos caminhões tanques de modo a proporcionar a rastreabilidade completa do leite. Com eles, é possível medir o volume do leite, a temperatura, tirar um amostra para testes e fornecer o horário e o local onde está se realizando a coleta do leite. Tudo de forma automática e sem contato físico com o transportador, o que permite ampliar a segurança.

    Helou evidenciou algumas tecnologias que ainda não temos, mas que poderiam contribuir com toda a cadeia: tanques de coleta equipados com coletores de amostras automático sem a interferência do motorista a custo competitivo; sensores instalados nas bombas de coleta registrando as coordenadas geográficas quando acionadas; sensores instalados nas escotilhas dos tanques registrando e enviando sinal de violação quando abertas; identificação via monitoramento onde os reboques estão estacionados e se estão nos locais programados; monitoramento da temperatura do leite durante a coleta no fornecedor e dentro do tanque durante o percurso da rota e central de monitoramento dos veículos 24 hs em tempo real, dando a possibilidade de acompanhar o andamento das coletas.

    Pinho, da Arsopi, comentou que investimentos em tecnologia que garantam credibilidade e transparência no processo de coleta de leite devem ser feitos. “As tecnologias, inclusive as que a Arsopi produz, trazem uma menor intervenção humana no processo e consequentemente uma redução de erros, intencionais ou não. Desenvolvemos, fabricamos e instalamos equipamentos de coleta de leite para caminhões há cerca de 25 anos e atualmente temos cerca de 350 equipamentos instalados e funcionando na Europa. No Brasil estamos desde 2012 trabalhando no desenvolvimento de uma solução que se adeque às condições locais”.

    De acordo com ele, a Arsopi oferece duas soluções para a medição e coleta de leite a granel. Ambas fazem a medição e registro do volume de leite coletado e têm um sistema de coleta de amostras. A diferença está no sistema de coleta, que em um caso implica na colocação manual do frasco enquanto que no outro caso, os frascos estão dentro de uma caixa isotérmica e todo o processo é realizado de forma automática sem qualquer intervenção humana. O equipamento é fornecido dentro de uma caixa/estrutura em aço inoxidável especialmente desenhada para as estradas brasileiras com diversos detalhes que aumentam a resistência e durabilidade do equipamento. “Em um momento importante para a indústria de lácteos do Brasil, em que se começa a olhar cada vez mais para mercados externos, é importante garantir a qualidade do leite desde a sua origem. A função do transporte é assegurar que o leite entra na indústria com a mesma qualidade com que saiu do produtor. Havendo essa garantia e a recompensa justa ao produtor, vamos ter um maior incentivo ao investimento em melhorias para produzir mais e melhor”.

    Profissionalização da atividade

    Além dos desafios apontados acima, a garantia do avanço no modelo de produção adotado pelas propriedades rurais brasileiras e a profissionalização e transparência do processo também ganharam destaque. Para Guerra, precisamos estimular o ganho de escala e produtividade de forma que produzamos maior volume com melhorias contínuas na qualidade e no processo com um todo. “Temos auferido ótimos resultados na qualidade do leite do Rio Grande do Sul, comprovados pelo Mapa, através da Rede Brasileira de Laboratórios para a Qualidade do Leite. Segundo o sistema, o leite gaúcho é o que mais é submetido a análises previstas na IN 62 e, por sua vez, também é o leite com maior índice de conformidade. Isso nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. Os índices de produtividade do Brasil ainda estão entre os mais baixos do mundo, mas o resultado obtido no RS é o dobro do nacional”.

    De acordo com as últimas informações divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quando avaliamos a produtividade em 2014, a região Sul tem a liderança. No Sudeste, os 12,17 bilhões de litros de leite no ano foram atingidos com pouco menos de 8 milhões de cabeças de gado, enquanto no Sul, 12,2 bilhões foram produzidos com praticamente metade do número de vacas ordenhadas (4,37 milhões).

    Otimização dos custos

    Armindo Soares Neto, da Itambé, lembrou de um ponto que sugere ainda haver um longo caminho a se percorrer no que se refere à eficiência de coleta. “As indústrias hoje coletam o leite de forma individualizada. Às vezes, em um complexo de vários produtores, em uma mesma região, mesmas estradas e mesmas fazendas, passam caminhões diferentes e de empresas diferentes. Se existisse uma coleta centralizada, de uma única companhia, de uma única transportadora, que coletasse todo o leite daquela região, e depois levasse para as empresas, talvez tivéssemos um ganho de custo para todos do setor. Mas para isso acontecer, precisamos ainda amadurecer muito as relações competitivas entre as indústrias e unificar no Brasil os padrões de exigência de qualidade”.

    Fonte: Milk Point

    Significado de Transportadora




    Os primeiros conceitos a se entender são de carga lotação/dedicada e carga fracionada. A carga fechada/dedicada é aquela que lota um caminhão e a fracionada são frações de cargas que não preenchem todo o veículo para um único cliente. As etapas do transporte de mercadorias variam de acordo com essas duas formas.

    Neste material vamos abordar o transporte rodoviário de cargas fracionadas, vejas as principais etapas:

    1. Coleta dos materiais

    Geralmente veículos de menor porte realizam a coleta das mercadorias nos embarcadores em curtas distâncias, na maioria das vezes nos centros de distribuição.

    2. Emissão de documentos fiscais

    Por lei, alguns documentos fiscais devem ser emitidos e acompanhar as mercadorias durante seu transporte, os mais comuns são: NF-e – Nota Fiscal Eletrônica e CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico. ]

    Em determinados casos também deve-se utilizar o MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais, entre outros.

    3. Consolidação

    Os materiais coletados nos diferentes embarcadores são levados até um local, onde são consolidados e carregados para uma viagem de distância mais longa. Algumas vezes é necessário unitizar a carga em pallets e racks para facilitar a amarração, otimizar a ocupação e evitar avarias no transporte.

    4. Transporte

    Obviamente é o deslocamento da origem até o destino, passando pelos intermediários. Em outras palavras, toda movimentação desde o embarcador até o destinatário final. Pode acontecer em diferentes modelos.

    5. Desconsolidação

    Grande volume de cargas fracionadas chegam ao local (centro de consolidação, por exemplo) por vários caminhões, porém com destinos finais diferentes. Nesta etapa ocorre o descarregamento e a roteirização da carga.

    Na grande maioria das vezes, principalmente no transporte fracionado, os veículos pesados são descarregados e as mercadorias após serem roteirizadas, são carregadas em veículos menores.

    6. Entrega last mile

    Transporte de última milha (last mile), também conhecida como última perna (last leg). Realizado por caminhões menores ou pelos chamados veículos urbanos de carga. Estes coletam as mercadorias nos centros de distribuição/consolidação para entrega final porta a porta.

    Cada mercado demanda operações logísticas específicas para seu segmento, portanto o tipo de fluxo pode variar.

    Para que tudo funcione, não são poucos players trabalhando em conjunto! Os principais envolvidos numa operação de transporte são:

    • Oficinas e revendedoras
    Realizam a manutenção da frota, pois diferente dos carros comuns, os veículos de carga estão praticamente a todo momento rodando pelas estradas. Com maior uso, o desgaste e exposição a riscos requerem manutenção com frequência, tanto na forma preventiva quanto na corretiva.

    • Bancos e financeiras
    A grande maioria dos veículos de cargas são financiados. As transportadoras trabalham com frotas de veículo próprios e de agregados. Nos dois casos é muito comum que existam financiamentos. Os bancos são os agentes econômicos das linhas de crédito públicas e privadas…

    • BNDES
    A linha de crédito mais comum para o financiamento de máquinas e equipamentos, neste caso de veículos de carga, é o FINAME, com fonte de recursos do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

    • Implementos rodoviários
    Necessários em praticamente todos os caminhões. Fornecem e realizam manutenção de reboques, semi reboques, furgões, lonas, etc.

    • Recauchutadoras
    As longas distâncias percorridas com bastante peso de carga desgasta os pneus mais rapidamente, sendo necessários recauchutamentos com frequência antes da troca definitiva.

    • ANTT
    Agência Nacional de Transportes Terrestres é responsável pela regulamentação e fiscalização do transporte rodoviário no Brasil.

    • SEFAZ
    Secretaria da Fazenda realiza fiscalização do recolhimento de tributos no transporte rodoviário.

    • Seguradoras
    Tanto os veículos, implemento rodoviário e a carga transportada são seguradas. O valor das mercadorias podem variar entre viagens, por isso devem ser averbadas junto a seguradora.

    • Rastreadoras
    Fornecem dispositivos que são instalados nos veículos e disponibilizam dados de geoposicionamento para monitoramento em tempo real.

    • Software
    Comercializam sistemas integrados para emissão de CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico, NFS-e – Nota Fiscal de Serviços Eletrônica e outras funcionalidades para gestão administrativa das transportadoras.

    • Gerenciadoras de Risco
    Monitoramento e avaliação de riscos durante o transporte. Acompanham a operação mitigando riscos e observando qualquer anormalidade.

    • Postos de Combustível
    Fornecem um dos maiores custos do transporte rodoviário, o combustível. Também disponibilizam infraestrutura para alimentação, higiene, estacionamento e algumas vezes acomodações.

    • Pedágio
    Cobrado pelas concessionárias, os valores são pagos por cada eixo.

    • Cartões e vales
    Meio de pagamento disponibilizado pelas transportadoras aos motoristas durante o trabalho, a utilização mais comum é para combustível e pedágio.

    • Sindicatos
    Relação com entidade sindical da categoria, tanto do empregado quanto patronal para assuntos relacionados às pessoas e atividades do setor.

    • Centros de Distribuição/Consolidação
    Local onde ocorre o descarregamento da carga e roteirização para entrega last mile, operações conhecidas como crossdocking. Muito aplicado no transporte fracionado.

    Disponibilizamos um Guia de Fornecedores de serviços e produtos logísticos para consulta.

    Apesar de parecer simples transportar, podemos observar a quantidade de empresas e pessoas envolvidas.

    Alguns dos principais problemas do transporte:

    • Atraso no carregamento
    Problemas nos embarcadores podem gerar atrasos no carregamento dos veículos, atrasar a viagem e, consequentemente a chegada no destino final.

    • Acidentes nas rodovias
    Infelizmente fazem parte da rotina do transporte rodoviário e, independente das causas, atrasam o prazo de entrega.

    • Roubo de cargas
    A falta de segurança nas rodovias brasileiras é uma das grandes dificuldades dos transportadores. Furtos e roubos acontecem em níveis elevados nos país.

    • Emissão errada de documentos fiscais
    Dados incorretos inseridos nas notas fiscais, conhecimentos de transporte ou outros documentos fiscais podem gerar atrasos e até retenção de cargas nos postos de fiscalização.

    • Manutenção de veículos e implementos
    Pneus estourados, problemas no motor, carroceria ou em outras peças. Quanto mais velhos os veículos e implementos, maior a ocorrência de problemas.

    • Informações incorretas
    Embalagens sem identificação ou com dados incompletos, endereços de entrega incorretos, entre outros.

    Este material apresenta uma visão macro da operação de transporte rodoviário, considerando a execução da atividade de forma legal e completa.

    Texto publicado no Blog da ASAPlog.